Riot Girrrls!

Garotas punk da região de Washington resolvem, na década de 90,  formar bandas, fundar fanzines e organizar festivais para falar de feminismo sem papo cabeça. Letras fortes e agressivas tratam da dominação masculina no sexo, no amor e na música. Bikini Kill, a melhor banda deste movimento, liderada pela ex-stripper Kathleen Hann, distribuía as letras das músicas em seus shows com a intenção clara de tentar mudar o mundo. Porque há artistas que não querem fazer música apenas para esquecer dos problemas. Querem incomodar, agredir, fazer pensar. Ultimamente, há poucos roqueiros deste tipo. Ou será que todos estão surdos para o rock politizado?

Anúncios

Sobre José Rodrigo Rodriguez

Escritor de poesia/prosa e teórico crítico.
Esse post foi publicado em Constelação LAERTE - n. Zero. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s